Assessoria de Imprensa

Carreira: eu quero ser Performer


André Torquato, destaque nos palcos de Teatro Musical, participa de bate papo na 4Act e dá dicas sobre a profissão
Cliente: 
4ACT
Carreira: eu quero ser Performer

Na manhã do último sábado, dia 13, o ator brasiliense André Torquato, que tem apenas 19 anos, mas já figura como uma das grandes estrelas do teatro musical brasileiro, participou de um bate papo com alunos da 4Act, primeira escola especializada na formação de Teatro Musical da América Latina, sediada em São Paulo. Em mais um encontro de intercâmbio profissional, cerca de 50 alunos, com idade entre 14 e 50 anos, deixaram os olhares atentos à história e às dicas do convidado. A tônica foi: equilíbrio.

Torquato já passou por quatro musicais no eixo Rio-São Paulo. Em A Noviça Rebelde, interpretou o irmão mais velho Friedrich e foi aclamado nos palcos paulistanos, além de integrar o elenco em Priscilla, Rainha do Deserto, na capital. André também encarnou o jovem Tulsa em Gypsy, ao lado de Adriana Garamboni, Totia Meirelles e Eduardo Galvão. Esteve em As Bruxas de Eastwick, juntamente com um elenco premiado, fazendo o rapaz Michael e encantando a plateia com pausa para muitas palmas (showstopper) em Dançar com o Demônio. Atualmente, está em cartaz como o Espantalho, de O Mágico de Oz.

Além da idade – André começou a trabalhar aos 15 anos – outro ponto chama a atenção na carreira do jovem: ele canta, dança e atua profissionalmente, características de um Performer, carreira em ascensão no Brasil e consolidada no exterior, basta conferir os números: são quase US$ 10 bilhões injetados na economia nova-iorquina somente pela Broadway, mantendo a média de 80 mil empregos por ano. O Brasil já movimenta anualmente R$ 60 milhões e gera 25 mil postos de trabalho. A encenação musical do Oscar 2013, assinada por Rob Ashford e as duas estatuetas em reconhecimento à versão cinematográfica de “Os Miseráveis” também indicam a simpatia do público e da economia pelo setor.

“Quando criança, minha mãe sempre me levou nas montagens da Disney e me apaixonei pelo enredo de séries como Glee e Smash”, conta Ícaro Xavier, que com apenas 14 anos ingressou no curso Básico da 4Act. “Não sei se tenho talento ainda, mas conhecer me dará mais segurança para esta escolha, ainda mais ouvindo isso de alguém com um pouco mais de idade apenas”, completa ao se referir ao papo com André.

Para Nívea Ussuhi, de 46 anos, a seriedade de André a surpreendeu. “Estou aqui porque me aposento em radiologia em breve e quero estar ativa no meu tempo livre, trabalhar com bastidores, nada melhor que conhecer cada etapa. Me surpreendi com a seriedade e maturidade do André, a nova geração tem uma gama de opções e ele é muito focado, um exemplo”.

 

Também quero!

Pensando no público teen, que dedilha os rumos profissionais e, muitas vezes, vislumbra o universo dos palcos, Torquato elencou 10 dicas aos interessados, todas elas guiadas pelo equilíbrio, a ponderação:

1)    Estudos
No caso de André, a veia musical era muito latente no âmbito familiar, o que impulsionou a entrada precoce no universo profissional. Para conciliar os estudos e as mudanças de colégio, André recorreu ao diálogo antes mesmo de iniciar as aulas. Junto com professores, colegas e a família, André estudava pela Internet, fazia provas agendadas e conseguiu concluir o ensino médio sem sobressaltos. O mesmo vale para mudança de cidade e culturas regionais.

2)    Idiomas
O domínio de uma segunda língua, especialmente o inglês, é fundamental. “Isso porque os roteiros chegam em inglês e é necessário entender o personagem para interpretá-lo, além das músicas, que em sua maioria são clássicos estrangeiros”, explica o jovem, fluente em inglês.

3)    Preparo técnico
É comum que as chamadas para audições aconteçam a partir dos 18 anos, por isso, começar os estudos na área mais cedo é um importante impulso. Neste caso, André recomenda Ballet Clássico “é a base de tudo”. Na 4Act, as três áreas são equilibradas em qualquer um dos cursos, de forma a embasar tecnicamente o participante.

4)    Saúde
Os ensaios chegam a contemplar 8 horas por dia em 6 vezes por semana, além das horas no palco, por isso, o preparo físico é um divisor de águas, “ninguém quer elenco rouco”, comenta. Neste sentido, Torquato faz questão de dormir 8 horas por dia e equilibra as refeições “não basta viver de salada nem de carboidrato, toda pirâmide alimentar entra em cena para nos manter em bem estar”. O contato com fonoaudiólogos e otorrinos regularmente também é ideal. “É o que chamamos de tríade para os atletas da voz”, explica Rafael Villar, professor de canto da 4Act.

5)    Amizade e relacionamentos
As mudanças, em qualquer âmbito, são muito presentes nesta área. “Se sentir que vale a pena investir no contato com os colegas de colégio, vizinhos, use a Internet e o telefone a seu favor”. O mais importante é não perder o foco, a carreira requer investimentos, inclusive de tempo, e as terapias alternativas ajudam bastante a “despressurizar”.

6)    Audições
Aqui vale pesquisar o roteiro, as cenas de dança e, ao menos, tomar contato com todas as melodias do repertório que vai se candidatar. “Nunca sabemos o que os juízes vão pedir, é importante ter uma carta na manga”, diz. Nervosismo é muito comum e o que vale em provas e vestibulares também vale nas audições: “relaxe, concentre-se no que tem de melhor e preste atenção na respiração. Se há preparo, o restante flui”.

7)    Agenciamento/Assessoria
Cada caso é um caso. André diz que atualmente não está sendo agenciado, mas que contou com este apoio no início da carreira. “Para participar de testes e audições, os processos seletivos são abertos, é possível se manter informado. Mas na hora de discutir pontos contratuias, a presença de um representante é bem interessante, evita exposições”.

8)    Dinheiro
A profissionalização ainda está a caminho, cada produção tem um tipo de contrato, de regras, de piso salarial. “Diferentemente da maioria das áreas, não sabemos quando o dinheiro voltará a entrar, já que isso está atrelado a audições e etc, por isso, poupar é a palavra de ordem”, indica André ao lembrar dos seis meses sem estar em cartaz.

9)    Palco e Bastidores
Como em qualquer trabalho, nem tudo são flores. “Haverá decepções, intrigas, e ego. Mas se suas energias estão na carreira, nos sonhos, nos alicerces mais sólidos, como família e a paixão pelo que faz, é possível driblar”, explica. Encontrar ídolos também é comum, a dica é tratá-los como gostariam de ser tratados: com respeito e carinho.

10)  Paixão
Trabalhar com o que se ama é a maior dica que o profissional deixa. Equilibrar todos os pontos acima, mantendo a humildade, o preparo e a paixão como combustível sem dúvida trará a carreira para os holofotes.

Depoimentos

“Acho o trabalho da Ato Z bárbaro. Os profissionais têm muito cuidado com os clientes. Nos tratam com amizade, cuidado e carinho. É uma parceria que funciona...

Leandro Montesino

do MMeilus Studio

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