Assessoria de Imprensa

Como transformar vivências em aprendizados?


O intuito de fazer perguntas ao invés de dar respostas está no fato de que perguntas estimulam a reflexão”, afirma consultor. *Michel Gonçalves
Cliente: 
Muttare
Como transformar vivências em aprendizados?
Situações vividas em grupo, que tiram as pessoas da zona de conforto e fazem aflorar os sentimentos tendem a fortalecer as relações e o trabalho em equipe. Para gerar tais situações, é comum a utilização dos treinamentos outdoors como ferramenta para proporcionar experiências inovadoras. Nesses treinamentos, muito se fala sobre gerar espírito de equipe, gerar motivação, fortalecer comprometimento, além de capacitar liderança, mas até que ponto tais expectativas são alcançadas? Até que ponto é possível realizar mudanças? O desafio está em transformar a vivência em aprendizado. 
 
Geralmente, o grupo possui dificuldade em transformar a experiência nos treinamentos outdoors em aprendizados aplicados no dia a dia de trabalho. Uma metodologia que colabora com este processo é o CAV (Ciclo de Aprendizagem Vivencial), que tem sua origem nas pesquisas de David Kolb (1990), psicólogo americano. O processo tem início com a vivência, o momento próprio para o participante experimentar novos papéis, trabalhar em grupo, construir e simular situações de seu cotidiano.
 
O segundo passo é o relato, no qual são compartilhadas experiências, lições, sentimentos e as causas destes. Seguido dos relatos é feita a análise do processo de grupo, o que foi feito para atingir determinado resultado. É o momento do consultor, em vez de ter todas as respostas prontas, construir por meio do entendimento do grupo o motivo de seus erros, acertos e quais mudanças são necessárias, passando, assim, para o momento de generalização no qual é firmada lições e aprendizados e discute-se como aplicar na realidade da equipe. Por fim, aplicam-se as lições a fim de gerar aprendizado permanente. Cada participante se compromete com sua parcela de mudança para que a melhora ocorra e é por onde o ciclo se reinicia.
 
Dinâmicas e jogos cooperativos somados ao CAV, estimula o grupo a sair de sua zona de conforto, instiga a criatividade, iniciativa, rapidez lógica e fornece exemplos de liderança e trabalho em time. Entretanto, vale ressaltar que essa atividade pode gerar stress, muito stress. Deste modo, ajuda o grupo no processo de sair de uma fase “individualista”, em que cada um preocupa-se mais na defesa de suas ideias e posições, passando, num segundo momento, pela fase de identificação em que subgrupos são formados em torno da defesa de ideias e formas. E, por fim, com o amadurecimento do grupo, é criado um ambiente de colaboração, em que, com o desenvolvimento de feedbacks, o grupo passa a conhecer as individualidades, respeitá-las e compreender que a soma destas diferenças os transforma em um verdadeiro time.
 
Um grande desafio para as consultorias que utilizam os treinamentos outdoors está em deixar para trás o papel do consultor como alguém que retém as informações para si e que pode “vendê-las”, tentando, desta forma, solucionar os problemas do cliente ou de alguém que em uma visita ou uma “consulta” possa descrever diagnósticos prontos para curar o mal da equipe. Para gerar aprendizado e ‘empoderamento’ do cliente, o consultor hoje passa a atuar como um facilitador de aprendizagem, alguém que através de perguntas e observações pontuais, colabora para que a própria equipe encontre as respostas de seus problemas, transformando, assim, lições em aprendizados.
O intuito de fazer perguntas ao invés de dar respostas está no fato de que perguntas estimulam a reflexão, auxiliando o indivíduo a construir suas próprias respostas, além de desenvolver a atitude investigativa necessária para gerar criação e inovação.
 
O facilitador de aprendizagem entende que seu papel ali não é discutir apenas conceitos sobre equipe, mas ajudar a construir aprendizados permanentes capazes de transformar indivíduos e grupos.  Mudar nem sempre é fácil, muitas vezes porque a pessoa não quer, porque dá trabalho ou, simplesmente, porque não percebe a necessidade de mudar. Entra aí o papel fundamental do facilitador, ajudando a pessoa a perceber suas armadilhas e quando estas o incomodam, ajuda-o a identificar o como realizar a mudança desejada.
 
É possível, sim, ajudar pessoas a realizarem transformações que venham a ofertar qualidade de vida não só a si mesmo, mas a toda sua equipe. Pessoas mais felizes e realizadas desempenham um maior potencial dentro de uma organização, apresentando maior produtividade e eficiência e refletindo também em melhores relacionamentos com seus familiares, buscando assim a construção de uma sociedade melhor.
 
*Michel Gonçalves é consultor da Muttare, consultoria de gestão fundada em 2002. Formado em turismo, o profissional atua na área de dinâmicas em grupo e estratégias de gestão para pequenas e médias empresas. www.muttare.com.br

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“Acho o trabalho da Ato Z bárbaro. Os profissionais têm muito cuidado com os clientes. Nos tratam com amizade, cuidado e carinho. É uma parceria que funciona...

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