Assessoria de Imprensa

Teatro musical e a saga dos profissionais da arte


Para adentrar um nicho cada vez mais valorizado no País, profissionais da arte passam a se especializar em áreas distintas e revelam outros desafios do dia a dia
Cliente: 
4ACT
 Teatro musical e a saga dos profissionais da arte

Há quem interprete, quem dance e quem cante. Salvo engano, há também quem navegue por estes três âmbitos com total liberdade, eles são chamados Performers, os profissionais que sobem ao palco de Teatro Musical, segmento que já movimenta anualmente cerca de R$ 60 milhões e gera 25 mil postos de trabalho no Brasil, sejam nos holofotes ou nos bastidores.

Cada vez mais avaliados pelo conjunto de suas aptidões, artistas das distintas áreas buscam por qualificação. “Um processo seletivo chega a selecionar um em cada 100 candidatos. Quando a 4ACT Performing Arts nasceu, veio para figurar como um centro de inovação, em que o aluno tem contato com até 22 disciplinas e é estimulado a repensar conceitos, buscar uma identidade própria e autêntica, para se destacar naquilo que é melhor”, conta Ricardo Marques, presidente da primeira escola especializada na formação em Teatro Musical da América Latina, que ampliou as frentes de atuação no início de 2013, em Produções Artísticas e Casting, também junto ao público infantil.

 

Palco da vida real

No Brasil, o Teatro Musical começou por volta de 1859, com a fundação do Alcazar Lírico, espécie de teatro de vedetes. Mas, foi nas décadas de 80 e 90 que o gênero tomou forma com grandes produções e adaptações nos trabalhos de Cláudio Botelho e Charles Möeller, que consolidaram a parceria no espetáculo As Malvadas e continuam, até hoje, realizando produções musicais, como Hair, O despertar da Primavera e As Bruxas de Eastwick.

A partir deste marco, o segmento artístico vem formando um mercado técnico e artístico para atuar em espetáculos. “Cada espetáculo demanda uma habilidade diferente, você trabalha para aperfeiçoar alguma característica específica do papel, mas nem sempre isso é fator determinante para a seleção no teste. É preciso estudar muito e ter paciência”, conta a Performer Anna Flávia Galvão, que há seis anos está no segmento, tendo atuado na comédia musical Be&Thovens.  Para isso, optou por deixar a carreira de executiva na área de tecnologia e se dedicou à sua grande paixão: a interpretação. “Meu foco sempre foi a interpretação, mas, para eu me destacar nos testes, também tinha que ter as outras habilidades bem afinadas. Passei um período em Nova York estudando dança e mantenho os estudos em canto até hoje”, completa.

 

Concorrência e entressafra

Com um mercado aquecido, formando uma geração de cantores e dançarinos qualificados para espetáculos, a concorrência é outro grande desafio na carreira destes artistas.  “Há muita gente boa no mercado e cada vez mais especializada na dança e no canto. O não é uma constante na carreira do Performer, mas isso não quer dizer que a pessoa não tenha talento, apenas que em muitos casos ela não se encaixou no papel”, explica o Rodrigo Maillaret, que teve sua grande estreia na primeira superprodução no formato Broadway no Brasil, A Bela e a Fera, em 2002.

Há mais de 10 anos no mercado, Rodrigo também atuou na versão brasileira de Les Miserables, ministra aulas de interpretação para compartilhar sua experiência no Teatro Musical, atribuição que completa a renda para os períodos em que não está atuando. “Quando fechamos um contrato de uma produção é definido o valor mensal que vamos receber até o término do espetáculo, ou seja, ganhamos por contrato, que é quando temos que poupar para nos mantermos. É comum um performer dar aulas, fazer dublagens com canto e outras atividades para sobreviver no período de entressafra dos musicais”, conta Rodrigo.

Depoimentos

“Acho o trabalho da Ato Z bárbaro. Os profissionais têm muito cuidado com os clientes. Nos tratam com amizade, cuidado e carinho. É uma parceria que funciona...

Leandro Montesino

do MMeilus Studio

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