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Criatividade na publicidade x Consumidores

Por: Rafael Daibs, Analista de Redes Sociais na Ato Z Comunicação
Criatividade na publicidade

Ultimamente tenho visto com mais frequência, discussões sobre o quanto a criatividade no contexto da publicidade está sendo “impedida” por conta dos esforços de algumas instituições como, por exemplo, o Conar que visa “estabelecer e aplicar as normas do Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária” ou por conta de protestos iniciados por ONG´s, associações, etc. e também por consumidores, que ao tentarem cumprir seus papéis, acabam conseguindo proibir a veiculação de campanhas e “acendendo” a opinião pública.

Considero importante que tudo isso esteja acontecendo e mais importante ainda, que tudo isso esteja sendo percebido por profissionais da área. Gosto de ver o quanto essa questão, sempre polêmica e sempre muito conversada (atualmente com mais frequência) tem incomodado as pessoas, porque acredito que seja uma ótima maneira de fazer com que nós profissionais nos interessemos mais por conhecer os consumidores brasileiros, a fim de entregar a eles a criatividade que esperam não a criatividade que nós profissionais amamos, almejamos e temos praticado nos últimos anos.

Como publicitário, eu também sinto o impacto dessas decisões e medidas tomadas por parte dessas (importantes) instituições no processo criativo. E nos últimos dias andei pensando, ouvindo algumas dessas conversas, lendo mais a respeito, para saber como absorver melhor esse impacto e poder responder de forma Muito potencial e técnica nesse contexto.

Eu quis escrever um pouquinho sobre isso, porque foi à maneira mais prática que encontrei para compartilhar a minha opinião com outras pessoas e também para tentar estimular e fomentar outras opiniões que posteriormente possam ajudar a compor novos pensamentos e ou amadurecer a questão atual.

Bom, de onde eu vejo esse contexto, fica evidente que as mídias sociais aumentaram a exposição das marcas e também a mensagem e postura de organizações reguladoras, de seus papéis perante a sociedade, perante aos consumidores. Os consumidores, por sua vez, estão bastante diferentes daqueles das décadas de 80/90 (muito diferentes, eu diria) e por muitos motivos (a maioria dos motivos são desconhecidos por profissionais de comunicação, pelas marcas) estão se identificando com alguns VALORES ÉTICOS E MORAIS defendidos por essas instituições e que nas últimas décadas foram, de certa forma, ignorados pelas marcas, mas sempre estiveram na essência daquele que vem antes do consumidor, ou seja, o SER HUMANO.

Será que o modelo criativo que conhecemos e que para nós é tão bacana, inspirador, “livre”, representa os anseios, os desejos e as necessidades das pessoas que hoje estão buscando SE RELACIONAR de forma transparente e HUMANA com as marcas que trabalhamos?

 

MF restringe regras de concursos culturais. Saiba quais são as novas restrições.

Texto tem potencial para provocar mudanças de estratégias nos departamentos de marketing dos anunciantes brasileiros
MF restringe regras de concursos culturais. Saiba quais são as novas restrições.
Uma portaria do Ministério da Fazenda (422/13), em vigor desde sua publicação no dia 18 de julho, traz restrições aos concursos culturais promovidos pelas marcas no Brasil. Ela regulamenta a Lei nº 5.768, de 1971, que dispõe sobre a distribuição gratuita de prêmios mediante sorteios, vale-brindes ou concursos a título de propaganda.
 
O texto tem potencial para provocar mudanças de estratégias nos departamentos de marketing dos anunciantes brasileiros. Isso porque ele pretende deixar claro quais as situações que podem ser consideradas como concursos culturais, e quais são definidas como promoções comerciais. A portaria quer evitar formas mascaradas de se fazer publicidade da marca sob a forma de concursos culturais. 
 
O texto informa diversas situações que não poderão mais ser consideradas como concursos. É importante ressaltar que essas iniciativas não estão proibidas: elas apenas deixam de ser consideradas como concursos culturais e assumem a figura jurídica de promoção comercial.
 
De acordo com o texto assinado pelo ministro Guido Mantega, não são mais permitidos, por exemplo, concursos culturais em redes sociais. Isso significa um golpe em estratégias como as que buscavam ampliar o número de “likes” no Facebook por meio de concursos. Ações realizadas na televisão também terão restrições, já que não serão consideradas como concursos culturais as iniciativas que exijam algum tipo de pagamento por parte do consumidor.
 
Também está proibida a vinculação de qualquer concurso cultural a datas comemorativas, como Dia dos Pais (a próxima data comercial), Dia das Mães, Dia das Crianças, aniversários de cidades e estados, e também a campeonatos esportivos. Sabe-se que muitas estratégias para o Dia dos Pais já previstas estão sendo revistas pelas agências.
 
Outras importantes mudanças que devem afetar as estratégias das marcas são proibição da divulgação do concurso em embalagens de produtos, seja do anunciante promotor ou de terceiro, e o fim das premiações que envolvam produtos ou serviços da própria marca promotora.
 
Com a tipificação de promoção comercial, essas ações ficam sujeitas, como todas as outras promoções em troca de prêmios que já acontecem no Brasil, à aceitação do “pedido de autorização para a realização de distribuição gratuita de prêmios a título de propaganda”. A Caixa e o Ministério da Fazenda, por meio de sua Secretaria de Acompanhamento Econômico, são os órgãos responsáveis pela autorização aos pedidos.
 
As empresas ficam sujeitas ainda ao pagamento de uma taxa que incide sobre esse pedido, imposto de renda e apresentação de uma série de comprovações tributárias da empresa (companhias que não pagaram impostos, por exemplo, não podem realizar promoções). 
 
"Muitas empresas, até mesmo por mero desconhecimento legal, estavam realizando promoção comercial sem a devida autorização, apenas chamando a ação de concurso cultural", explica Isabela Guimarães Del Monde, sócia do escritório Patrícia Peck Pinheiro Advogados. 
 
Mas, na prática, muitos anunciantes usavam o artifício de concurso cultural para evitar o pagamento da taxa e para não precisar esperar o tempo gasto na aprovação do pedido para executar as promoções. 
 
As novas regras para determinar o que é um concurso cultural já estão valendo e, caso uma empresa promova irregularmente uma ação que envolva uma das situações descritas pela portaria, ela poderá ser punida em 100% do valor dos prêmios ou ficar proibida de fazer concursos por dois anos. A Caixa e o Ministério da Fazenda avaliam que podem ocorrer questionamentos judiciais, já que o texto é uma portaria, e não uma lei. 
 
 
 
 

P3IMAGE conquista nova posição no ranking das 250 PME’s que mais crescem no Brasil

Parabéns a toda equipe da P3Image pela 35º posição
P3IMAGE conquista nova posição no ranking das 250 PME’s que mais crescem no Bras

A evolução dos últimos três anos no ranking de “As Pequenas e Médias Empresas (PMEs) que Mais Crescem no Brasil” é impressionante e merece, realmente, muita comemoração. Em 2011, estava na 241° posição, em 2012 conquistou a 102º posição e em 2013 ascendeu para a 35º, de acordo com pesquisa desenvolvida pela Deloitte e pela revista Exame PME.

A conquista é fruto do trabalho iniciado há 10 anos com a ousadia e determinação do presidente Paulo Carneiro, que soube agregar pessoas e ideias para reinventar o segmento de BPO (Business Process Outsourcing) para gestão de documentos no Brasil.

É com muito orgulho que participamos e contamos a história da P3Image.

Acesse o link para conhecer a P3Image: http://www.p3image.com.br/

Depoimentos

“Acho o trabalho da Ato Z bárbaro. Os profissionais têm muito cuidado com os clientes. Nos tratam com amizade, cuidado e carinho. É uma parceria que funciona...

Leandro Montesino

do MMeilus Studio

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